
Saturday, March 14, 2009
Sunday, May 25, 2008
Saturday, May 24, 2008
Faça mal, mas faça!
Um conselho: faça as coisas mal, mas faça-as
Vou falar-lhe de uma pessoa acerca da qual li um artigo. É vice-presidente de uma das maiores empresas de marketing por televisão com sede em Nova York. Produzem milhares de produtos na China que são vendidos através da TV nos Estados Unidos. Estão sempre à procura de produtos e de novas patentes. A sua máxima é "Se algo vale a pena fazer-se, vale a pena fazê-lo mal". Por que diz isso? À primeira vista parece uma contradição, dita por uma pessoa que é um entendido em marketing e qualidade. Mas gostaria de reflectir sobre o significado real dessa frase. Essa pessoa viaja por todo o mundo três semanas em cada quatro. É capaz de realizar os planos de um novo produto, patenteá-lo em todo o mundo, realizar os protótipos e os moldes, viajar até Hong Kong para fabricar cinquenta mil peças e atirá-las todas para o lixo no dia seguinte perdendo dezenas de milhares dólares. Porquê? Ele sabe que o mau pode conduzir ao bom. É o paradoxo da acção, da tomada de decisões, de realizar coisas. Os que têm fobia em começar, têm tanto medo de fazer algo mal que nem sequer começam. Não existe nenhum caminho seguro para fazer coisas. Essa pessoa, do mesmo modo que todos os pensadores que passam à acção, sabe que o mais importante é começar, fazer algo, iniciar o movimento do processo. Sabe que algumas vezes engana-se e perde, mas também sabe que a maior parte das vezes acerta e ganha. E comprova quase todos os dias que quando se engana, o seu engano é o inicio de um novo processo que o leva ao êxito. Inclusive se fizer mal, está a fazer. Sempre pode mudar coisas, adaptá-las, corrigi-las. Pode trabalhar e fazer trabalhar bem, mas primeiro necessita começar. O mau sempre se pode converter em bom. O fracasso sempre pode transformar-se em êxito. Deitar-se e esperar que algo fique perfeito significa a maior parte das vezes ficar-se pela ideia. E as ideias não servem. Sabia que as ideias não se podem patentear? Nenhum escritório de patentes aceitará patentear uma ideia, só aceitam projectos desenvolvidos. Faça perguntas: - Como obtém lucros aquela empresa?- Quando nada, como faz para respirar? - Porque aquela loja fecha às seis e as outras às cinco? - Posso trabalhar meia hora mais? E meia hora menos?- Porque o meu pedido não foi atendido? - Como posso dispor melhor das minhas horas livres?- Porque necessito de estar sempre ocupado?- Quais são as minhas capacidades?- Quem tem influência sobre mim? Porquê?- O que me falta? Porque não funciona? - Quem decide acerca deste assunto? - Porque existe esta norma? Continua válida? Pode modificar-se?- Como posso fazer para que este trabalho seja mais divertido?
Faça uma lista com dez perguntas que possam incrementar as suas opções em algum aspecto importante da sua vida:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
Se lhe dessem a oportunidade de fazer uma pergunta a alguma pessoa (actual ou do passado) que para si seja muito importante, qual seria essa pergunta? E qual crê que seria a sua resposta?Se pudesse perguntar algo a um habitante da Terra dentro de 150 anos, que lhe perguntaria? Pode imaginar qual seria a sua resposta?
Vou falar-lhe de uma pessoa acerca da qual li um artigo. É vice-presidente de uma das maiores empresas de marketing por televisão com sede em Nova York. Produzem milhares de produtos na China que são vendidos através da TV nos Estados Unidos. Estão sempre à procura de produtos e de novas patentes. A sua máxima é "Se algo vale a pena fazer-se, vale a pena fazê-lo mal". Por que diz isso? À primeira vista parece uma contradição, dita por uma pessoa que é um entendido em marketing e qualidade. Mas gostaria de reflectir sobre o significado real dessa frase. Essa pessoa viaja por todo o mundo três semanas em cada quatro. É capaz de realizar os planos de um novo produto, patenteá-lo em todo o mundo, realizar os protótipos e os moldes, viajar até Hong Kong para fabricar cinquenta mil peças e atirá-las todas para o lixo no dia seguinte perdendo dezenas de milhares dólares. Porquê? Ele sabe que o mau pode conduzir ao bom. É o paradoxo da acção, da tomada de decisões, de realizar coisas. Os que têm fobia em começar, têm tanto medo de fazer algo mal que nem sequer começam. Não existe nenhum caminho seguro para fazer coisas. Essa pessoa, do mesmo modo que todos os pensadores que passam à acção, sabe que o mais importante é começar, fazer algo, iniciar o movimento do processo. Sabe que algumas vezes engana-se e perde, mas também sabe que a maior parte das vezes acerta e ganha. E comprova quase todos os dias que quando se engana, o seu engano é o inicio de um novo processo que o leva ao êxito. Inclusive se fizer mal, está a fazer. Sempre pode mudar coisas, adaptá-las, corrigi-las. Pode trabalhar e fazer trabalhar bem, mas primeiro necessita começar. O mau sempre se pode converter em bom. O fracasso sempre pode transformar-se em êxito. Deitar-se e esperar que algo fique perfeito significa a maior parte das vezes ficar-se pela ideia. E as ideias não servem. Sabia que as ideias não se podem patentear? Nenhum escritório de patentes aceitará patentear uma ideia, só aceitam projectos desenvolvidos. Faça perguntas: - Como obtém lucros aquela empresa?- Quando nada, como faz para respirar? - Porque aquela loja fecha às seis e as outras às cinco? - Posso trabalhar meia hora mais? E meia hora menos?- Porque o meu pedido não foi atendido? - Como posso dispor melhor das minhas horas livres?- Porque necessito de estar sempre ocupado?- Quais são as minhas capacidades?- Quem tem influência sobre mim? Porquê?- O que me falta? Porque não funciona? - Quem decide acerca deste assunto? - Porque existe esta norma? Continua válida? Pode modificar-se?- Como posso fazer para que este trabalho seja mais divertido?
Faça uma lista com dez perguntas que possam incrementar as suas opções em algum aspecto importante da sua vida:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
Se lhe dessem a oportunidade de fazer uma pergunta a alguma pessoa (actual ou do passado) que para si seja muito importante, qual seria essa pergunta? E qual crê que seria a sua resposta?Se pudesse perguntar algo a um habitante da Terra dentro de 150 anos, que lhe perguntaria? Pode imaginar qual seria a sua resposta?
Friday, October 05, 2007
Thursday, September 27, 2007
Friday, June 01, 2007
Os macacos e as bananas
Um grupo de cientistas realizou a seguinte experiência: colocaram cinco macacos numa grande jaula e no centro colocaram uma escada e, por cima dela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia pela escada para alcançar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água sobre os que ficavam no chão. Passados uns dias, quando um macaco começava a subir pela escada, os outros impediam-no fosse como fosse, agarrando-o e dando-lhe murros..
Passado algum tempo, nenhum macaco tentava subir pela escada, apesar da tentação das bananas. Então os cientistas substituíram um dos macacos. A primeira coisa que fez o novo macaco foi tratar de subir pela escada, tendo sido rapidamente detido pelos outros. Depois de algumas tentativas, o novo integrante do grupo já não tentou mais vez nenhuma.
Um segundo macaco foi substituído e aconteceu o mesmo. O primeiro substituto participou activamente na recepção ao novato. Um terceiro foi substituído e o feito repetiu-se. Finalmente o quarto e último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de macacos que, a pesar de nunca terem recebido um banho de água fria, continuavam a golpear aquele que tentasse chegar às bananas.
Se tivesse sido possível perguntar a alguns deles porque agarravam a quem tentasse subir a escada, possivelmente a resposta teria sido: “não sei, as coisas sempre se fizeram assim aqui. É a tradição. É assim que se devem fazer as coisas. …”
Diz-lhe alguma coisa a resposta?
Aproveite para perguntar a si próprio porque está a fazer as coisas nas diferentes áreas da sua vida de um determinado modo e se talvez poderia fazê-las de outra forma.
Isabel Sales
Personal Coach
(tradução livre)
Passado algum tempo, nenhum macaco tentava subir pela escada, apesar da tentação das bananas. Então os cientistas substituíram um dos macacos. A primeira coisa que fez o novo macaco foi tratar de subir pela escada, tendo sido rapidamente detido pelos outros. Depois de algumas tentativas, o novo integrante do grupo já não tentou mais vez nenhuma.
Um segundo macaco foi substituído e aconteceu o mesmo. O primeiro substituto participou activamente na recepção ao novato. Um terceiro foi substituído e o feito repetiu-se. Finalmente o quarto e último dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de macacos que, a pesar de nunca terem recebido um banho de água fria, continuavam a golpear aquele que tentasse chegar às bananas.
Se tivesse sido possível perguntar a alguns deles porque agarravam a quem tentasse subir a escada, possivelmente a resposta teria sido: “não sei, as coisas sempre se fizeram assim aqui. É a tradição. É assim que se devem fazer as coisas. …”
Diz-lhe alguma coisa a resposta?
Aproveite para perguntar a si próprio porque está a fazer as coisas nas diferentes áreas da sua vida de um determinado modo e se talvez poderia fazê-las de outra forma.
Isabel Sales
Personal Coach
(tradução livre)
Monday, January 01, 2007
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