Tuesday, November 21, 2006

Eu vou!

Algumas pessoas dizem: "Talvez. Eu gostaria. Estou pensando nisso. Estou tentando. Eu queria. Se...Mas..."

Outras dizem simplesmente: "Eu vou".

Quem pensa que tem mais chances de alcançar os seus objectivos?
Quando diz "eu vou", vai sempre achar um jeito de fazer. Então vá em frente. Diga isso agora mesmo.

Eu vou fazer acontecer. Eu vou dar um jeito. Eu sei que consigo. Eu vou chegar lá.

Diga com convicção e confiança. Como isso o faz sentir-se? O mundo está cheio de desculpas. O seu caminho está lotado de obstáculos. Mas nenhum deles resiste a um "eu vou" dito com convicção.

Esse poder sob o seu comando é realmente incrível. "Eu vou" torna claro e direciona esse poder. "Eu vou" leva-o a lugares e proporciona o sucesso que tanto deseja. Diga "eu vou". Acredite nisso. Pratique isso. Viva isso. Deixe as desculpas de lado e delicie-se com o doce sabor das suas próprias conquistas.

Ralph Marston (recolhido por Monice Flores)

Saturday, September 30, 2006

Sunday, August 20, 2006

A idade certa

Existe somente uma idade para sermos felizes
Somente uma época na vida de cada pessoa
Em que é possível sonhar e fazer planos
E ter energia bastante para realizá-los
A despeito de todas as dificuldades e obstáculos

Uma só idade para se encantar com a vida
E viver apaixonadamente
E desfrutar tudo com toda a intensidade
Sem medo nem culpa de sentir prazer

Fase dourada em que se pode criar e recriar a vida
À a nossa própria imagem e semelhança
E vestir-se com todas as cores
E experimentar todos os sabores
E entregar-se a todos os amores
Sem preconceito nem pudor

Tempo de entusiasmo e coragem
Em que todo o desafio é mais um convite à luta
Que se enfrenta com toda a disposição
De tentar algo novo, de novo e de novo
E quantas vezes for preciso

Essa idade tão fugaz na nossa vida
Chama-se PRESENTE
E tem a duração do instante que passa…

Viva muito bem o seu hoje
Pois o amanhã será um dia diferente.

Saturday, July 22, 2006

Seja diferente !

Quando perguntávamos aos entrevistados de uma pesquisa qual a razão da admiração que tinham por quem consideravam “ pessoas de sucesso “, a resposta era quase sempre : - Essa pessoa é “diferente“ . E quando perguntávamos – “ diferente “ em quê ? A resposta era quase sempre – “Diferente em tudo !“
De fato, as pessoas de sucesso – sejam elas o que forem – são “diferentes“ das demais. Elas pensam de forma diferente. Agem de forma diferente. Enxergam a vida e o mundo de maneira diferente. Elas são mais positivas. Acreditam em si próprias. Conseguem enxergar oportunidades nas crises. Elas participam mais. Comprometem-se mais. Terminam as coisas que começam. Dão atenção aos detalhes em tudo o que fazem. São polidas e educadas e além da “boa intenção“ têm muita sensibilidade e empatia para colocar-se no lugar das outras pessoas.
Elas ouvem mais do que falam. Elas respeitam as opiniões alheias. Elas sabem dizer “eu não sei“ e dizem com frequência “eu não compreendi...”. São pessoas simples e objectivas. Não usam vocabulário rebuscado e complexo. Falam e agem com simplicidade e têm muito foco em tudo o que fazem. Daí a “diferença“. A diferença positiva está mais na simplicidade do que na complexidade, mais na humildade do que na arrogância, mais no “ser“ do que no “ter“.
Nesta semana, gostaria que fizesse uma breve auto-análise e visse se pode ser considerado alguém “diferente“. Da mesma forma, extrapole tudo isto para a sua Empresa e veja se a sua Empresa pode ser considerada uma “Empresa diferente“ que surpreende o cliente e o mercado.
Pense nisso. Seja “diferente“. Saia da vala comum dos que pensam, falam e agem dentro da mesmice e da mediocridade.

(Luiz Marins)

Boa Semana. Sucesso !

Tuesday, July 11, 2006

Não permita que roubem o seu sonho!

Tenha muito cuidado com os ‘Ladrões de Sonhos’. Surgem na forma de amigos e familiares. Essas pessoas irão dar-lhe conselhos, gratuitamente, acerca de tudo: das suas finanças, da sua carreira, do que pode ou não ganhar, de todas as razões possíveis pelas quais qualquer oportunidade nunca funcionará para si. Na maior parte das vezes têm mesmo boas intenções. Procuram protegê-lo. Mas nunca irão pagar as suas contas, nem terão soluções válidas para os seus problemas. Nem sequer o convidam para jantar fora. Quer saber porquê? Veja como estão financeiramente! Aí terá a resposta. Então acredite em si.

Saturday, June 24, 2006

Seminário de Lisboa (continuação)

Uma homenagem bem merecida e sentida por todos, a Beth Flores, que tanto tem contribuido para mudar as vidas de inúmeras pessoas, inclusivé as nossas.
E continuamos a contar consigo.
Bem haja por isso!

Thursday, June 22, 2006

Aprenda como Alfred Hitccock entendeu o funcionamento do cérebro antes que a maioria dos psicólogos

Como fazemos para comunicarmos com o mundo? Fazemo-lo através dos sentidos: VISTA, OUVIDO, GOSTO, OLFACTO e TACTO. Como fazemos para comunicarmos connosco mesmo? Também o fazemos através dos sentidos: CONSTRUIMOS IMÁGENS MENTAIS, OUVIMOS O NOSSO PRÒPRIO PENSAMENTO OU CONVERSAS, SENTIMOS SENSAÇÕES INTERNAS (de gosto, olfacto, tacto). Estes sentidos internos, estes canais de comunicação, são os que nos criam as sensações. Os realizadores de cinema criam sensações através da imagem e do som. Quando Alfred Hitchcock filmou Psicosis, jugou com todos estes elementos para criar sensações de medo no espectador. Imagens escuras, primeiros planos, sequências muito curtas, música penetrante… Imagine-se a sequência do duche do filme Psicosis com cores pastel, planos longos, uma só sequência e música dos Beatles! Já não seria o mesmo filme, já não criaria as mesmas sensações.Alfred Hitchcock sabia muito bem o que queria conseguir. Queria criar emoções nos seus espectadores. Todos os realizadores de cinema fazem o mesmo. Usando as cores, o brilho, o foco, os ruídos e a música, criam emoções.Fazem assim porque sabem que o cérebro funciona dessa maneira. Os canais através do que pensamos criam as nossas emoções.O nosso cérebro utiliza uma mistura desses canais perceptivos para criar sensações diversas. Se se sentir mal por alguma coisa e fizer uma imagem mental, o seu cérebro usará essa imagem e constrói uma imagem mental, o seu cérebro então usará essa imagem mental concreta para o fazer sentir algo determinado. Se mudar o canal, mudará a emoção.Por exemplo, se deseja deixar uma preocupação que lhe dá voltas e mais voltas à cabeça, faça o seguinte:
Passo 1: Delimite o problema que deseja modificar.
Passo 2: Identifique que canais perceptivos estão a funcionar quando ocorre o que quer modificar. Vê imagens? Ouve algum diálogo entre pessoas, ruídos ou monólogos? Há algum odor ou sabor? Nota alguma sensação física? Note se existe uma espécie de mistura de tudo isso, como se fosse um filme com imagens, sons e sensações.
Passo 3: Mude consciente e voluntariamente de canal. Se eram imagens, pense no tema com palavras interiores. Se era um diálogo auditivo, pense nele como se fossem imagens. Se era como um filme com som, desligue o som ou desligue a imagem. Observe que mudanças aconteceram na sua sensação.
Passo 4: Se não aconteceu a mudança que desejava, volte a mudar de canal. Se era uma imagem com som e lhe tirou o som, centre a sua atenção em algum aspecto da sua percepção corporal, como a respiração, por exemplo. Se notava alguma sensação na sua pele acompanhada de imagens e se tirou as imagens, ponha som na sensação cutânea.
Passo 5: Pode ir mudando de canal todas as vezes que forem necessárias.Dentro de cada um desses canais (visual, auditivo, olfactivo, gustativo ou táctil) existem outras variáveis. Em relação ao canal visual podemos decompô-lo em vários outros factores: tipo de cor, tipo de brilho, tipo de contraste, se está focado ou desfocado, se a imagem é lisa ou rugoso, se há ou não imagens de fundo, o tamanho da imagem, se tem uma marca à volta ou não, se é uma imagem com movimento ou se é uma imagem estática, etc. Em relação ao canal auditivo podemos decompô-lo em: tom, timbre, se o volume se ouve alto ou baixo, o tempo, a duração, se é estéreo ou mono, o ritmo, etc. Em relação ao canal táctil podemos decompô-lo em: a intensidade, a sensação de temperatura, a velocidade, se está dentro ou fora ou ao contrário, se há ou não sensação de movimento, a tensão, a pressão, etc. O nosso cérebro codifica todas estas variáveis para criar sensações. Se mudarmos estas variáveis, mudará também a sensação.Como faz uma pessoa que tenha, por exemplo, depressão? Pensa que uma pessoa com depressão fará imagens com muita ou pouca luz? Se falará a si própria com um tom jovial ou com um tom patético? Notará o seu corpo leve ou completamente pesado? Como lhe parece que falará para si própria uma pessoa que tenha ansiedade? Falará com um tom de riso ou com um tom de medo? Fará uma imagem aberta ou uma imagem muito fechada? Acredito que saberá já a resposta.A boa notícia é que se mudarmos esses códigos, mudaremos automaticamente a resposta emocional.
(Tirado de ´Boletín de Magalian´)

Seminário de Lisboa (Torre do Tombo) 12JUN2006




Sunday, May 28, 2006

Águas engarrafadas, pH's e ppm's

Serra da Estrela 6,2 - 43
Água de Nascente 5,9 - 70,3
Água Viva 6,8 - 289
Caramulo 5,5 - 85
Serra da Penha 6,3 - 55
Carvalheiros 7,9 - 246
Água do Marão 5,7 - 27
Cruzeiro 6,9 - 147
Serrana 5,9 - 38
Fafe 5,9 - 70,3
Fastios 5,7 - 19,3
São Lourenço 6,6 - 206
Luso 5,6 - 40
Font7es 6,1 - 20
Alardo 5,9 - 28
São Silvestes 7,1 - 181
Monchique 9,5 - 305
Glaciar 6,5 - 18
Vitalis 5,3 - 47

Saturday, May 27, 2006

Chumbo e outros Metais Pesados

O chumbo é o mais importante de todos os metais pesados porque é extremamente tóxico e muito comum. O chumbo acumula-se no organismo, especialmente no tecido cerebral. Nos adultos é associado a problemas de rins, fígado, hipertensão, anemia e danos cerebrais. Nas crianças pode provocar diminuição do coeficiente de inteligência, das capacidades de concentração, leitura, escrita, visuais e motoras. As crianças podem também apresentar sintomas de irritabilidade, insónia, cólicas e anemia. Esses danos são irreversíveis.

A contaminação por chumbo ocorre principalmente através do sistema de distribuição de água, dos canos instalados em residências, dos acessórios utilizados (torneiras, uniões, etc.), soldaduras efectuadas com solda contendo chumbo e tubos de PVC com estabilizantes em chumbo.

O chumbo, bem como os outros metais pesados, não pode ser detectado pelo cheiro, cor ou sabor; assim, se estiver preocupado com a eventualidade da presença destes elementos, deverá efectuar uma analise à água da torneira que normalmente utiliza para beber ou cozinhar. As análises publicadas pelas entidades fornecedoras da água de consumo NÃO são significativas, pois a maior parte da contaminação ocorre APÓS a estação de tratamento.

Na UE o limite de chumbo na água até 2002 foi de 50 ppb (partes por bilião), em 2003 passou para 25 ppb e em 2015 passará para 10 ppb. Nos Estados Unidos este limite encontra-se actualmente fixado em 15 ppb.
Outros metais pesados de alguma importância para a saúde incluem:

Cádmio - ocorre conjuntamente com zinco e resulta da corrosão de tubos e acessórios em aço galvanizado.

Antimónio - ocorre normalmente em associação com o chumbo e deriva da corrosão de tubagens em chumbo, mas raramente é detectado. Encontramos mais antimónio nos alimentos do que na água.

Bário - quimicamente similar ao cálcio e magnésio, encontra-se normalmente em conjunção com eles. Não é muito tóxico e raramente ocorre em altas concentrações, no entanto é comum em águas com elevada dureza.

Mercúrio - não representa um problema grande pois apenas é encontrado em concentrações muito baixas nas águas de consumo humano.

Cobre - apenas é tóxico em concentrações muito elevadas, podendo causar diarreia, vómitos, fraqueza muscular e, em casos graves, cirrose.

Ferro - a água apresenta um gosto metálico e causa manchas acastanhadas na roupa.

Partículas de chumbo em suspensão são eficazmente removidas por filtros de carvão em bloco. Chumbo e outros metais pesados em solução são eliminados por carvão combinado com resinas iónicas, KDF ou unidades de osmose inversa.

A Estrutura da Água

A água parece, à primeira vista, ser uma simples molécula, constituída precisamente por dois átomos de hidrogénio ligados a um átomo de oxigénio. Realmente há muito poucas moléculas mais pequenas.


O tamanho da molécula de água, contudo, esconde a sua complexidade.
Muitos estudos sobre a complexidade do líquido água têm sido publicados, muitos bem recentemente e vários têm gerado grande controvérsia.

É claro que a vida na Terra depende da estrutura pouco comum e de natureza anómala do líquido água. Esta água desempenha múltiplas funções e não pode nunca ser considerada como um diluente inerte. O mundo vivo não poderia ter outro parceiro igual entre as moléculas biológicas e a água.

Embora muitos estudos tenham sido levados a cabo, muitas das propriedades da água continuam a constituir um puzle. A magia consiste em compreender que as moléculas de água formam uma rede infinita estruturada em clusters. As ligações de hidrogénio são ideais para o processo de vida, sendo facilmente formadas mas não tão facilmente quebradas. Essa moléculas tendem a agrupar-se, formando esses grandes cachos. A esse fenómeno dá-se o nome de "polimerização", isto é, aglomeração de moléculas. Tais cachos ou polímeros podem reunir até 60 moléculas de água interligadas.

O problema é que certas substâncias nocivas acomodam-se no meio desses polímeros. O anidrido sulfuroso (SO2) expelido pelas fábricas, o gás carbónico (CO2), o monóxido de carbono (CO) emitido pelos escapes dos automóveis, o cloro, os bactericidas despejados em grande quantidade nas represas, todas essas substâncias dissolvem-se na água e ficam acomodadas dentro dos polímeros de moléculas, que funcionam como um embrulho. Para tornar as coisas piores, os compostos nitrogénicos presentes nos dejectos descarregados através dos esgotos contribuem para um maior agrupamento das moléculas de água.

Esses gases transformam-se em ácidos: sulfúrico (H2SO4), sulfuroso (H2SO3), carbónico (H2CO3), clorídrico (HCl), tornando a água ácida.

Metais pesados (tóxicos), como o mercúrio (Hg), o chumbo (Pb) e o cádmio(Cd), também se alojam dentro dos polímeros.

A água assim constituída é a que chega até às nossas torneiras. Apesar de ser considerada água tratada, causa muitos danos à saúde.

Estimulando e fazendo vibrar as moléculas de água por processos diversos, pode conseguir-se quebrar essas estruturas, separando as moléculas.

Por consequência, as substâncias nocivas alojadas dentro dos polímeros dissipam-se e a água torna-se potável, podendo ser consumida pelo homem. O próprio sabor da água melhora.

A decomposição dos polímeros de água contribui, ainda, para a boa circulação do sangue no organismo, inibindo a formação de gordura que, em doses excessivas, se acumula e adere às paredes internas dos vasos
sanguíneos dificultando a circulação e provocando a arteriosclerose.
Como o acúmulo se verifica principalmente nos vasos do cérebro e do coração, é responsável pela apoplexia e enfarte. Aderindo ao cristalino dos olhos, origina a catarata. De forma geral, ao acumular-se nas paredes da membrana celular, acaba por destruir a célula.

O fenómeno de decomposição dos polímeros ocorre espontaneamente na natureza, quando a água permanece em movimento como água corrente. Quando fica estagnada inicia-se o processo de polimerização. Passadas cerca de oito horas após a desintegração dos polímeros de água, as moléculas voltam a juntar-se.
No entanto, tal reintegração pode ocorrer de várias maneiras, dependendo do ângulo de junção das moléculas e da quantidade de poluentes presentes.

Diversos processos utilizados para a purificação da água, num primeiro momento, permitem a quebra dos polímeros. Passadas algumas horas, porém, a água volta a polimerizar-se, formando novamente longas cadeias de moléculas que acumulam as substâncias nocivas no seu anterior.

Plato pensou que a água poderia ser representada por um icosaedro.





Exemplos de clusters de quatro moléculas de água:

Estas ligações podem formar clusters em seguida, juntando 280 moléculas simétricas. Estes clusters de água podem interligar-se.
Como todos estes clusters são relativamente estáveis, podem produzir grandes clusters que formam uma rede dinâmica de estruturas de baixa densidade e de estruturas condensadas.


Arquitectura de Clusters de Água Icosaédricos

Este tipo de estrutura consiste em clusters de 280 moléculas de água com uma simetria icosaédrica, sendo uma das maiores simetrias possíveis na natureza (com 12 pentágonos regulares, 20 triangulos regulares e 30 rectangulos como faces). Muitas outras representações são possíveis.







Friday, May 26, 2006

Água com chumbo

09-11-2001
Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas

Em 33 concelhos portugueses bebe-se água com chumbo

Em 33 concelhos de Portugal os canos de abastecimento de água às habitações ainda são de chumbo, apesar dos alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS) para os danos que o consumo de água com este metal pode provocar no corpo humano, informou hoje a Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas.
O chumbo é armazenado no osso e pode afectar vários outros sistemas orgânicos como o nervoso central ou renal, provocando dor abdominal, náuseas, vómitos, anemia, dores musculares, alterações da memória, convulsões e até coma.
Em 1994 havia pelo menos 180 mil metros de ramais em chumbo (cerca de 60 mil ramais) para abastecer 90 milhares de habitações, segundo um estudo da Comissão Especializada da Qualidade da Água da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA), divulgado hoje num encontro sobre a problemática do chumbo na água para consumo humano.
Com base num inquérito a 305 concelhos, abrangendo cerca de 7,6 milhões de habitantes, a APDA concluiu que em 27 desses concelhos há ramais de ligação em chumbo nos sistemas de distribuição, com predominância em Lisboa (com seis desses 27 concelhos), Porto (3) e Açores (3), informou a Lusa.
A existência de redes internas em chumbo foi detectada em 33 concelhos, destacando-se Lisboa, com 6 desses concelhos, Viseu (quatro concelhos), Santarém (3) e Açores (3).
Maria João Beneviel, da APDA, que apresentou hoje publicamente o estudo, alertou para o facto de que as concentrações de chumbo na água podem ocorrer mesmo na ausência de tubagens neste metal, quando exista a presença do chumbo em materiais aplicados nos sistemas de abastecimento e nas redes prediais.
Comissão Europeia recomendou substituição de ramais
A Comissão Europeia, numa directiva de 1998 transposta para Portugal pelo decreto-lei 243/2001, recomenda a substituição dos ramais e das redes prediais em chumbo, a instalação de filtros na torneira do consumidor, o escoamento de água antes de qualquer utilização e o tratamento da água, por exemplo através da adição de inibidores de corrosão.
No entanto, e porque a substituição das canalizações de chumbo em Portugal custa cerca de 300 milhões de contos (1.500 milhões de euros), segundo um estudo encomendado pela Comissão Europeia a preços de 1994, estima-se que existam mais de 90 mil habitações portuguesas com redes prediais em chumbo.
Embora a directiva seja aplicada à água que sai da torneira do consumidor normalmente usada para consumo humano, o distribuidor de água é apenas responsável pela água até à entrada da rede predial, devendo tomar todas as medidas possíveis para reduzir a concentração de chumbo na água.
Qualquer subsequente deterioração na qualidade da água é da responsabilidade do proprietário, podendo ser causada por deficiente desinfecção de novas instalações, pela existência de redes particulares com tubagens de material inadequado, nomeadamente chumbo.
A APDA considera que, uma vez que não é possível obrigar os proprietários a substituir as canalizações prediais de chumbo, excepto nos casos de edifícios públicos, é essencial que seja criado ao nível governamental um sistema de esclarecimento aos proprietários das implicações das redes prediais em chumbo para a saúde, assim como apoio financeiro para fomentar a sua substituição.

Comunicação eficiente

Acreditar que 99% de eficiência é suficiente para se atingir o sucesso, já levou inúmeras pessoas ao mais estrondoso fracasso. O sucesso está exactamente naquele 1% que falta. Está exactamente nas pequenas diferenças, nos menores detalhes. E a dificuldade que temos em observar esses detalhes impede que possamos construir um negócio sólido e produtivo.

No nosso negócio, temos que desenvolver a sensibilidade aos pequenos detalhes e, acima de tudo, manter o foco no que realmente é importante.

Sabemos pela experiência que, para ser um sucesso no nosso negócio, necessitamos vender, recrutar e ensinar as pessoas a fazerem o mesmo. O conhecimento é importante, mas sozinho não traz o sucesso. A capacidade de realização é importante, mas sozinha também não traz o sucesso. Assim como a inteligência, a determinação e o próprio trabalho, sozinhos, não fazem o resultado. É óbvio que todos são ingredientes do sucesso, mas sem algo a mais que os ligue, dificilmente teremos o resultado.

Tomemos a fórmula para chegarmos ao sucesso. Se temos todos os ingredientes, como chegamos ao resultado? Incluímos na fórmula a motivação, pois é justamente a motivação que dá consistência à fórmula, que liga todos os ingredientes e proporciona o resultado. Não adianta ter o resto, se não houver um motivo para fazer, se não houver o porquê fazer.

É a motivação que nos mantém fazendo, buscando conhecimento, alimentando a nossa capacidade e nos deixando dedicados e determinados a atingir um resultado: o sucesso.

Para ser um sucesso, é necessário ter resultados. E os resultados só aparecem para quem os produz. Os resultados representam quem nós somos. São a nossa maior credencial e a nossa principal referência. São a prova incontestável que o que dizemos corresponde ao que fazemos.

Sabendo que precisamos fazer e, tomados pela motivação, obtemos um enorme entusiasmo. E absorvidos por esse entusiasmo, tornamo-nos confiantes, positivos, pois sabemos que temos um excelente sistema de trabalho, temos óptimos produtos, uma forma ímpar de rendimentos e remunerações. Readquirimos a certeza que podemos concretizar os nossos sonhos já esquecidos. Readquirimos a certeza que é possível mudar a nossa vida e a nossa situação financeira. Acima de tudo, imbuímo-nos da grata responsabilidade de possibilitar a outras pessoas as mesmas vantagens que recebemos.

Sendo assim, o que fazemos? Apressamo-nos em mostrar o que descobrimos para todos ao nosso redor. Para a família, para os amigos, para os conhecidos e, inclusive, para os desconhecidos. Todos merecem esta nossa oportunidade.

Buscamos o sucesso de forma entusiástica e dinâmica e, embebidos por todo este entusiasmo, perdemos um pouco da nossa percepção dos pequenos detalhes.

E qual é o detalhe importante que esquecemos diante do nosso imenso entusiasmo? Que as pessoas não estão preparadas para o que tem para elas. A realidade que elas estão habituadas a viver é muito distante da nossa nova realidade. A maioria acredita que qualquer negócio que prometa mudança de vida e enriquecimento seja desonesto. Vêem com desconfiança e receio.

As pessoas infelizmente não acreditam que, com trabalho honesto, seja possível mudar de vida, porque senão já teriam mudado. Afinal de contas, elas trabalham, trabalham e nada muda.

A vida delas é uma pasmaceira e desde pequenas convivem com uma realidade de privações e frustrações, onde o normal é a falta e não a fartura. Tudo que conseguem é através de extremo sacrifício. Absolutamente nada que valha a pena é conseguido de forma fácil ou simplesmente oferecida por alguém. Na maioria das vezes, se for realmente bom, precisa ser conquistado.

Então, com este maravilhoso perfil baseado na realidade árdua e difícil que elas conhecem, são surpreendidas por alguém entusiasmado e confiante, que chega falando todas as maravilhas que acredita e empurrando para essa pessoa a sua realidade tão diferente. Dizendo que ela pode mudar de vida através do negócio mais sensacional que existe, que ela vai ganhar muito dinheiro, que ela não precisa ter muito conhecimento, que tudo vai ser ensinado, que as pessoas vão ajudá-la a ganhar dinheiro, que qualquer um pode fazer e se dar bem, que muitas pessoas já enriqueceram fazendo isso.

Falando sério, acreditam que essa pessoa vai aceitar uma realidade tão diferente da que ela conhece e está acostumada? Será que ela simplesmente vai acreditar na sua oportunidade? Para ela, o que você tem é um deslumbramento, uma loucura, um devaneio, uma total alienação do mundo real. Tudo menos uma verdadeira oportunidade que a possa realmente interessar.

E, por ser impossível na cabeça dela, ela não acredita. Afinal de contas, se não é possível, se não existe possibilidade, porque deveria querer? A resposta que lhe dará é bem óbvia, não é?

As pessoas não têm por hábito querer uma coisa em que não acreditam. E, nesse caso, obteremos mais um não.

E o que devemos fazer diante da negativa? Se desanimarmos, se perdermos o entusiasmo, se deixarmos de acreditar, como vamos fazer os outros acreditarem? Como fazê-los ver o que nós vemos? Como vamos atingir o sucesso dentro do nosso negócio?

A resposta está no detalhe. Simplesmente não estão a falar a mesma língua. E, desta forma, é impossível desenvolver uma comunicação eficiente.

Nós temos que ter a sensibilidade para perceber que a pessoa não está preparada para a nossa oportunidade, mesmo que esteja realmente a precisar dela. Mesmo que seja imprescindível para ela melhorar a sua vida.

Quando estabelecemos um contacto com essa pessoa, devemos possibilitar que ela nos escute antes de falarmos sobre a oportunidade. Devemos prepará-la para o que ela vai ouvir. Acima de tudo, devemos despertar nela o interesse pelo assunto. Precisamos despertar uma dúvida razoável, que desafie a sua curiosidade e aguce a sua percepção. Fazê-la desejar a informação, fazê-la buscar a nossa proposta, fazê-la interessar-se em ouvir o que temos a dizer.

Se não despertarmos o seu interesse, simplesmente estaremos a falar para ouvidos surdos. Estaremos a mostrar a oportunidade para olhos descrentes e cegos pela incredulidade. E não estaremos a obter êxito em propiciar a esta pessoa a alegria de fazer parte da nossa realidade.

Comunicação é a chave para o sucesso e torná-la eficiente e simples é a nossa principal tarefa, o nosso maior anseio e a nossa maior necessidade. Fazer as pessoas ouvirem o que temos a dizer e, mais do que isso, fazer-se compreender. Mostrar-lhes que a nossa realidade existe e é possível para elas. Que elas não precisam viver toda uma vida dentro de uma mesma realidade, sendo que existem outras possíveis. Que o primeiro passo é elas acreditarem que podem mudar a sua realidade e, acima de tudo, que a escolha é delas. Que para isso acontecer basta quererem e que nós as acompanharemos nesse processo.

E se questionado sobre o porquê, a principal resposta será: “Assim é o nosso negócio. Ajudando as pessoas a terem sucesso, aumento a minha possibilidade de ter sucesso”.

Os primeiros passos para atingir o sucesso

Até onde pretende chegar?
Este é o momento de determinar o que deseja, o que é realmente importante para si. Quais são os seus sonhos? O que é que anseia verdadeiramente? Porque os sonhos que identifica são importantes para si? Logo que tenha dado este passo, terá que aprofundar um pouco mais e descobrir as razões pelas quais esses sonhos são importantes para si.

Porque quer chegar lá?
Ao responder a esta pergunta encontrará os valores e princípios que governam a sua vida. Se não encontra uma razão mais profunda para justificar o esforço que requer o alcançar os seus sonhos, não terá a força necessária para poder começar. Se conseguir identificar essa razão, todos os obstáculos que encontre não serão suficientemente grandes para impedir que chegue a onde tenha decidido. Esse passo também lhe dará o aspecto emocional do que esse sonho significa para si.

Quais são os seus valores?
Todas as suas acções, actividades, hábitos, metas e aspirações são influenciadas pelos valores que possui. Estes moldam todas e cada uma das expressões do seu ser. Os pensamentos que ocupam a sua mente converter-se-ão, com o tempo, em convicções firmes e logo constatará que as suas acções diárias e o seu comportamento são consistentes com essas crenças. Tudo aquilo em que pensar constantemente acaba por converter-se na sua realidade. O que valoriza verdadeiramente e no qual acredita fervorosamente, sempre se manifestará em cada uma das suas acções.

Se não descobre a razão pela qual cada um dos seus sonhos e aspirações são importantes para si, é provável que ao primeiro obstáculo comece a questionar o preço que deve pagar para alcançá-lo, e incluso a interrogar-se por ter esse sonho como uma das suas metas. Depois, já viveu até hoje sem essa meta e poderá continuar a viver, apesar de renunciar a ela.

Converter os sonhos em realidade obriga a um compromisso emocional que só poderá encontrar quando identificar as verdadeiras razões que o levarão a tomar qualquer determinação. Pergunte a si próprio:
• Estaria disposto a dedicar o resto da sua vida à meta escolhida?
• Estaria disposto a dedicar o resto da sua vida a alcançar um melhor estilo de vida para si e para a sua família, e a estabelecer as condições que proporcionem paz interior, segurança e satisfação pessoal?
O processo para identificar e dar prioridade aos princípios que governam a sua vida inclui os seguintes passos:
1. Identifique os valores que governam a sua vida.
2. Ordene-os de acordo com a prioridade que dê a cada um deles.
3. Escreva um pequeno parágrafo no tempo presente acerca do que cada um desses valores significa para si.

Os grandes triunfadores e as organizações de sucesso fundamentam-se num grupo de valores e princípios que definem a sua filosofia de vida.

Emerson dizia: “Não há nada que dê mais direcção à vida de uma pessoa que um grande conjunto de princípios”.

Por: Dr. Camilo Cruz (tradução livre de Guy)

Filosofia do Sucesso

(Napoleon Hill)


Se pensa que é um derrotado
será um derrotado.
Se não pensar: “Quero a qualquer custo”,
não conseguirá nada.
Mesmo que queira vencer,
mas pensa que não vai conseguir,
a vitória não lhe sorrirá.

Se fizer as coisas pela metade,
Será um fracassado.
Nós descobrimos neste mundo
que o sucesso começa pela nossa intenção
e tudo se determina pelo nosso espírito.

Se pensa que é um malogrado
tornar-se-á como tal.
Se almeja atingir uma posição mais elevada
deve, antes de obter a vitória,
dotar-se da convicção que conseguirá infalivelmente.

A luta pela vida nem sempre é vantajosa
aos fortes nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde quem cativa a vitória
É aquele que crê plenamente...

Eu conseguirei!!!

Tuesday, May 23, 2006

Email me!

Sistemas piramidais e outros...

Tantas vezes tenho ouvido comentários acerca da Venda Directa, do Multinível, relacionando estes sistemas com Venda Piramidal, que resolvi esclarecer estes conceitos. Espero assim poder aclarar alguns pontos.

Embora exista uma tendência para os confundir, o marketing multinível não é o mesmo que a venda piramidal. A venda piramidal é ilegal. Igualmente são ilegais os sistemas Ponzi. O multinível é legal.

Definições da Wikipedia:

A venda piramidal consiste em oferecer produtos ou serviços ao público a um preço inferior ao seu valor de mercado ou de forma gratuita, com a condição de que se consiga a adesão de outras pessoas.

Um esquema Ponzi consiste num sistema de inversão que promete altos rendimentos. Para poder dar esses altos rendimentos, os novos investidores são os que pagam os rendimentos dos antigos investidores. O sistema continua a funcionar enquanto o fluxo de novos investidores continuar a aumentar; mas no momento em que o fluxo de investidores diminuir não se podem pagar rendimentos aos que iniciam nem, por isso, se poderá devolver o dinheiro investido nem a esses nem aos que se seguirem, e o esquema cai.

No marketing multinivel recebe-se uma remuneração por comprar produtos dentro do seu próprio negócio, por os vender e por ampliar a rede com pessoas que fazem o mesmo.

Numa empresa de MLM pode-se ganhar dinheiro de duas formas: vendendo pessoalmente ou com as comissões dos que vendem e que incorporou à sua rede de vendas. Em teoria significa que se formar outras pessoas para que vendam, deverá receber uma comissão pelo que vendem. Dessa forma terá disposição para procurar mais pessoas para o negócio e para as formar. Além disso, como a empresa apenas paga pelo que se vende, ter mais pessoas no negócio não lhe trará mais custos e pode proporcionar-lhe mais vendas.

O marketing multinivel ou MLM pode ser rentável; se o produto for bom e se dedicar tempo a formar novos distribuidores pode ganhar dinheiro -e muito- de forma honrada. O MLM é um negócio e para que funcione é preciso entendê-lo como tal. Alguém com experiência em negócios e em vendas fará com que funcione. O problema é que a maioria das pessoas atraídas por este tipo de empresas não têm esse perfil, são pessoas sem experiência e com expectativas desmedidas acerca dos resultados, que acabam renegando e, pelo caminho, vão degrenindo a imagem da empresa e do sistema.

Os processos para captar novos associados são muitas vezes os culpados disso. Procuram a quantidade em vez da qualidade, prometendo mundos e fundos, esperando que se associe muita gente e que a selecção natural deixe apenas os bons. O problema está no efeito negativo produzido por todos os demais. Quem é culpado disso? Possivelmente a própria empresa que alimenta essas expectativas desmedidas, não colocando condições para o ingresso de novos membros.

No livro “The Real Problem with Network Marketing and Multi-Level Marketing (MLM)” explicam muito be mo verdadeiro problema que acontece com o MLM. Traduzo os dois últimos parágrafos sobre a solução do problema:

Há uma primeira vez para tudo. E o marketing multinivel é uma grande oportunidade para que as pessoas tenham o seu primeiro negócio, a sua primeira experiência comercial, etc.. No meu ponto de vista é necessário reconhecê-lo pelo que é: é um negócio e você será o proprietário de um negócio. E se nunca antes teve um negócio, se nunca se dedicou antes às vendas, se nunca criou uma rede antes, tem que aprender a fazê-lo, não só dos especialistas em marketing multinivel, mas também dos entendidos nesses campos.

Os vendedores de MLM que levam a sério montar um negócio deveriam ler e aprender acerca dos fundamentos dos negócios, por último em técnicas de vendas e marketing, estratégias para criação de rede e desenvolvimento do negócio, etc., não ficar-se por trocar ´truques´nas reuniões semanais ou mensais com a sua equipa. Actue como o proprietário de um pequeno negócio e as pessoas tratá-lo-ão como tal.